
No celular, sem instalar
DeepNude app: o que funciona no celular sem instalar nada
Nenhum dos seis distribui aplicativo: todos abrem no navegador do celular, com a mesma conta e o mesmo saldo do computador.
Resposta curta
Não existe DeepNude app nas lojas, e nenhum dos seis serviços do catálogo distribui instalador — nem APK, nem programa para computador. Os seis rodam inteiros no navegador do celular, com a mesma conta e o mesmo saldo do computador, e é por isso que funcionam igual num aparelho antigo.
Abaixo está o que você consegue fazer do telefone sem instalar nada, quanto isso custa, a sessão completa em quatro passos, as quatro embalagens que se vendem como aplicativo e por que as lojas recusam a categoria inteira. Os números vêm das tabelas publicadas pelos próprios serviços. O catálogo completo está em a página inicial do guia.
Direto do navegador
O que você faz sem instalar nenhum DeepNude app
Três coisas que um site no celular entrega e um aplicativo não entregaria melhor.
A sessão inteira numa aba
Enviar, esperar e baixar acontecem na mesma tela, sem app intermediário.
- O cálculo roda no servidor do serviço, então o modelo do telefone não muda o resultado.
- Entram JPG, PNG e WebP nos dois que publicam a lista, mais BMP na Deep Undress e AVIF na Undresswith, até 20 MB.
- Nada fica instalado: fechar a aba encerra a sessão, e o histórico fica na conta.
O mesmo saldo nos dois aparelhos
Conta única: o que você compra no computador vale no celular.
- Gemas, créditos e moedas ficam na conta, não no aparelho, e não expiram nos que publicam a regra.
- Uma imagem sai por cerca de US$ 0,06 na Undresswith e por cerca de US$ 0,30 na Ainudez, com os pacotes de entrada em US$ 19,99 e US$ 9,99.
- Quanto rende o saldo creditado na entrada: quanto rende cada saldo de entrada.
Nenhuma permissão para conceder
Site não pede acesso a contatos, armazenamento nem notificações.
- O único acesso é o seletor de arquivos do sistema, que você abre e fecha.
- Não há atualização para instalar nem versão “mod” circulando fora da loja.
- Também não há assinatura amarrada à conta do telefone: toda cobrança passa pela tela do serviço.
- Também não há o que atualizar: o serviço muda do lado do servidor, e a aba já abre na versão nova.
O que se vende como aplicativo
Quatro embalagens com o nome de app
Só uma delas é aplicativo de verdade, e não é nenhuma das que aparecem na busca.
Atalho na tela inicial
A “página de download” de um serviço que manda adicionar à tela inicial cria um ícone do navegador, não um programa. É útil, abre em tela cheia e quase não ocupa espaço — mas continua sendo o site: a conta, o saldo e o histórico são os mesmos, e nada é instalado no sistema.
Arquivo APK de fora da loja
Instalado à mão, com permissões concedidas por você e sem canal de atualização. Não é distribuído por nenhum dos seis serviços do catálogo: o que vem dentro desses arquivos.
Conversa dentro de um mensageiro
Bots e canais usam o app do mensageiro como interface. Não há página de preços para conferir antes, e o identificador muda com frequência: o que um bot cobra e o que entrega.
Programa para computador
O que se anuncia assim remete ao programa de 2019, que o autor tirou do ar quatro dias depois do lançamento. Nenhum serviço atual distribui executável: o que dá para baixar hoje.
Uma sessão completa no telefone
Do celular ao arquivo salvo, em quatro passos
Quatro passos, todos numa aba, e um número para conferir em cada um.
- Abrir o endereço e criar a conta. Bastam um e-mail e uma senha, e nos três com tabela pública você já sabe o preço antes disso: cerca de US$ 0,06 por imagem na Undresswith, US$ 0,30 na Ainudez, de US$ 0,005 a US$ 0,14 por execução na WaveSpeed. Onde cada um pede o cadastro está em a sessão completa numa aba só.
- Carregar saldo pela tela de compra. O pagamento acontece dentro do serviço, nunca por mensagem. Três aceitam saldo creditado na entrada para você testar antes: 100 gemas, US$ 1 e moedas, conforme o serviço.
- Enviar a foto pelo seletor do sistema. O navegador abre a galeria, você escolhe o arquivo e ele sobe. O limite é de 20 MB nos dois que publicam a regra, e vale mandar a maior resolução disponível: arquivo pequeno exige mais tentativas, e cada tentativa desconta saldo igual.
- Baixar e limpar o histórico. O arquivo vai para a galeria do telefone e uma cópia fica na conta do serviço. Apagar essa cópia leva menos de um minuto, e é a única parte que depende de você. Antes de usar a imagem de outra pessoa, vale ler o art. 216-B e os golpes mais comuns.
Por que as lojas recusam
A porta está fechada por regulamento
Não é falta de tentativa: a categoria inteira é barrada por escrito.
A política de conteúdo sexual da Google Play cita nominalmente dois casos: “conteúdo sexual não consensual criado por deepfake ou tecnologia semelhante” e “apps que afirmam despir pessoas ou ver através de roupas, mesmo quando rotulados como brincadeira ou entretenimento”. A diretriz de conteúdo censurável da App Store vai na mesma direção. Por isso nenhum dos seis tenta a loja: o caminho que sobra é o navegador, e é nele que todos trabalham. A busca por “deepnude app” continua alta justamente porque a loja não devolve nada, e o vazio é preenchido por páginas que vendem arquivo.
Para quem usa, isso acaba sendo vantagem prática. Sem loja não há versão desatualizada travada no aparelho, não há permissão de sistema para conceder e não há assinatura amarrada à conta do telefone — todas as cobranças passam pela tela de compra do próprio serviço. Como é cada etapa dessa compra está em o que cada etapa deixa ver antes de pagar, e a comparação de preço, prazo e pagamento dos seis está em a comparação com a nota de cada serviço.
Vale uma observação sobre o que a busca chama de aplicativo. Um site adicionado à tela inicial abre em tela cheia, guarda o login e aparece na lista de apps recentes: para quem usa, a experiência é quase idêntica à de um aplicativo instalado. A diferença está no que não acontece — sem pacote no sistema, sem permissões concedidas, sem atualização manual e sem cobrança fora da tela do serviço.
Cartão brasileiro funciona em dois deles, WaveSpeed e UndressHer, e nos dois a compra entra na fatura como internacional: ao valor em dólar somam-se a cotação do dia, os 3,5% de IOF sobre compras com cartão internacional e o spread do emissor. Nos demais o pagamento é em criptomoeda ou na tela interna. Nenhum dos seis traz Pix ou boleto na lista, e nenhum vende acesso por mensagem privada: que endereços usam o nome.
Perguntas frequentes
Sobre aplicativos e o que chega ao celular
Cinco respostas com o que os serviços e as lojas publicam sobre si mesmos.
Algum dos seis tem aplicativo próprio?
Nenhum distribui aplicativo de loja nem instalador. O que alguns chamam de download é a instrução para adicionar o site à tela inicial, o que cria um atalho do navegador com ícone próprio — a conta, o saldo e o histórico continuam sendo os do site.
Então funciona bem no celular?
Funciona: a sessão inteira cabe numa aba e o processamento acontece no servidor do serviço. Um aparelho antigo entrega o mesmo resultado que um novo, porque o que pesa é a conexão para subir o arquivo, não o processador do telefone. Em rede móvel, o que demora é o envio de um vídeo, não o de uma foto.
Vale instalar um APK para ter o app?
Não há o que ganhar: a mesma sessão já roda no navegador, sem permissões e sem arquivo. Um instalável de fora da loja acrescenta permissões concedidas por você e uma cobrança que pode não passar pela tela do serviço, e nenhum dos seis oferece esse caminho.
E se aparecer um app com esse nome na loja?
A política da Google Play barra por escrito tanto o conteúdo sexual não consensual feito por deepfake quanto apps que afirmam despir pessoas. Um aplicativo publicado com esse nome tende a ser outra coisa sob o mesmo rótulo, e a cobrança dele passa pela conta da loja, não pelo serviço.
Dá para usar vídeo pelo celular?
Dá, nos cinco que aceitam vídeo. A Deep Undress recebe MP4 ou MOV até 50 MB, cobra a partir do quinto segundo e processa os primeiros 20; a WaveSpeed cobra de US$ 0,01 a US$ 0,15 por segundo. A conta completa está em a conta por segundo do vídeo.