
Dois processos, um preço
DeepNude generator: dois processos, o mesmo preço por execução
Criar uma cena do zero e editar a foto de alguém custam o mesmo por execução; o que muda é tudo o que vem depois do botão.
Resposta curta
O rótulo DeepNude generator cobre duas operações com preço e consequência diferentes: criar uma imagem do zero a partir de uma descrição e editar a foto de uma pessoa real. A primeira custa o mesmo que qualquer execução — de US$ 0,005 a US$ 0,30 conforme o serviço — e não envolve ninguém; a segunda tem o mesmo preço e um enquadramento legal completamente diferente.
Abaixo estão os quatro formatos que se vendem sob esse nome, quanto cada tentativa consome de saldo, quanto isso custa pagando do Brasil, onde exatamente passa a linha entre as duas operações e qual delas compensa para o que você quer. Todos os valores vêm das tabelas publicadas pelos próprios serviços. O catálogo completo está em a página inicial do guia.
O que se vende com esse nome
Quatro formatos de DeepNude generator
O botão é parecido nos quatro; o que muda é o que entra, quanto sai do saldo e quem aparece no resultado.
Imagem a partir de texto
Você descreve e o modelo inventa a cena inteira, sem foto de entrada. Custa uma execução: de US$ 0,005 a US$ 0,14 na WaveSpeed, 15 créditos na Ainudez. Ninguém real entra na operação, e é o formato mais barato de experimentar.
Edição de uma foto existente
A foto sobe, o modelo substitui uma área e devolve o resto igual. Mesmo preço por execução, resultado dependente do enquadramento original: quanto cada motor cobra por execução.
Vídeo a partir de imagem
A imagem parada vira clipe, cobrado por segundo ou por pacote de créditos: de US$ 0,01 a US$ 0,15 o segundo na WaveSpeed, de 50 a 300 créditos na Ainudez. A conta completa está em o preço do vídeo nos seis serviços.
Catálogo de modelos alugados
Em vez de um motor só, uma lista de modelos de terceiros com preço próprio por execução. É o formato da WaveSpeed, e o único em que você escolhe o custo antes de rodar, modelo a modelo: entre o mais barato e o mais caro a diferença chega a quase trinta vezes.
O preço de cada tentativa
Quanto sai a primeira geração — e a quinta
Três contas fechadas, todas com números publicados pelos próprios serviços.
Ninguém acerta na primeira tentativa, e é por isso que o número que interessa não é o preço de uma execução, e sim o de um lote pequeno. Nos três serviços com tabela pública, um teste sério — cinco imagens e um clipe curto — cabe folgado no pacote de entrada, e ainda sobra saldo. É essa margem que decide se vale continuar.
Cinco tentativas de imagem
O número realista para chegar a um resultado aproveitável.
- Ainudez: 75 créditos, ou cerca de US$ 1,50 no pacote de entrada de US$ 9,99.
- Undresswith: até 550 gemas, cerca de US$ 0,33 no pacote de US$ 19,99.
- WaveSpeed: de US$ 0,025 a US$ 0,70, conforme o modelo escolhido.
Um clipe curto
Vídeo é cobrado por segundo ou por resolução, nunca por arquivo.
- Ainudez: 300 créditos por 720p e 7 segundos, o equivalente a vinte imagens.
- WaveSpeed: sete segundos de clipe custam de US$ 0,07 a US$ 1,05, conforme o modelo.
- Deep Undress: MP4 ou MOV até 50 MB, cobrado do quinto segundo, com os primeiros 20 processados.
O que não entra na conta
Três custos que ninguém publica e que você controla sozinho.
- Tentativa errada desconta igual: a cobrança é por execução, não por acerto, e ninguém devolve saldo por resultado ruim.
- Fila sem prioridade não tem tempo publicado; a prioridade da Deep Undress custa 3 unidades.
- Saldo de entrada existe em três dos seis e dá para medir isso antes de comprar qualquer pacote: o que o saldo de boas-vindas cobre.
- Correção de rosto e aumento de resolução, quando existem, são cobrados como execuções à parte.
Do dólar ao real
Quanto essas execuções custam pagando do Brasil
Todas as tabelas são em dólar, e o preço final depende de como você paga.
Com cartão, a conta tem três parcelas: o valor em dólar multiplicado pela cotação do dia, os 3,5% de IOF sobre compras com cartão internacional e o spread que o emissor aplica sobre a conversão, informado na própria fatura. Isso vale em dois dos seis serviços, WaveSpeed e UndressHer, que são os únicos que aceitam cartão por escrito. Em compensação existe fatura e existe contestação de cobrança, e o art. 49 do Código de Defesa do Consumidor dá sete dias para desistir de uma compra feita fora do estabelecimento.
Com criptomoeda, caminho de Undresswith e Ainudez, não há IOF nem spread: você paga o valor da tabela mais a taxa da corretora onde comprou. A operação cai em minutos e não passa por banco, mas também não tem estorno. Nenhum dos seis traz Pix ou boleto na lista de meios de pagamento, e uma chave Pix oferecida por mensagem para liberar créditos não pertence a nenhum deles — a compra legítima acontece sempre na tela do serviço, seja no navegador do computador ou no do celular: por que nenhum aplicativo passa pelas lojas.
Onde passa a linha
A diferença que muda tudo depois do botão
O preço por execução é o mesmo nas duas operações; o que vem depois do botão, não.
Do ponto de vista da máquina, as duas operações são quase a mesma coisa: um modelo preenche uma área a partir do que está em volta. Do ponto de vista de quem paga e de quem aparece na imagem, elas não têm nada em comum, e vale separar as duas antes de clicar.
Uma imagem inventada do zero não tem sujeito: não existe pessoa retratada, não existe consentimento a obter e não existe direito de imagem envolvido. Uma edição parte da foto de alguém, e é aí que o Código Penal entra sem precisar de lei nova. O parágrafo único do art. 216-B pune quem realiza montagem em fotografia ou vídeo para incluir uma pessoa em cena de nudez, e publicar não é condição: a montagem por si já está descrita. Divulgar depois é o art. 218-C, com pena de 4 a 10 anos desde a Lei 15.280/2025.
Por isso a escolha do formato não é só técnica. Quem quer testar a ferramenta, comparar modelos ou montar material próprio resolve tudo no primeiro formato, gastando os mesmos centavos por execução e sem nenhuma dessas consequências. Quem parte de uma foto precisa do consentimento explícito de um adulto sobre a própria imagem — é a única linha que separa um caso do outro. O detalhamento das normas está em montagem, divulgação e onde o dinheiro some.
Qual dos dois você precisa
Gerar do zero ou editar uma foto
Mesma tela e mesmo preço por execução, com duas decisões bem diferentes.
Gerar do zero
- Custa uma execução, a partir de US$ 0,005 na WaveSpeed.
- Não depende de enquadramento, luz nem resolução de entrada.
- Permite repetir a descrição quantas vezes quiser até fechar o resultado.
- Nenhuma pessoa real envolvida, e nenhum consentimento a obter.
- Roda igual no celular e no computador, sem instalar nada e sem permissões para conceder.
Editar uma foto
- Mesmo preço, mas o resultado depende da foto que entrou.
- Mais tentativas com fundo cheio, recorte parcial ou luz difícil.
- Exige consentimento explícito de um adulto sobre a própria imagem.
- O arquivo enviado passa pelo servidor do serviço e fica lá pelo prazo publicado.
- Os rótulos que descrevem essa operação mudam o tempo todo: um processo, vários nomes.
Se a dúvida é só por onde começar, o caminho mais barato é abrir um dos três com tabela pública, usar o saldo de entrada no primeiro formato e decidir com o resultado na tela, sem comprar pacote nenhum antes disso. A comparação de preço, prazo e pagamento dos seis está em quem cobra o quê, linha a linha; de onde veio o nome, em o programa de 2019; a sequência da sessão, em o custo de cada etapa da sessão; e o mapa dos endereços que usam o nome, em o mapa dos endereços que cobram.